Caixa de texto: Programa de Modernização das Escolas Destinadas ao Ensino Secundário

Teresa Heitor
Membro da Administração
da Parque Escolar


O objectivo do Programa de Modernização das Escolas Destinadas ao Ensino Secundário (PMEES), criado por Resolução de Conselho de Ministros a 3 de Janeiro de 2008, assenta em princípios de exigência de qualidade, colocando o ensino português como potencial referência internacional. 
O PMEES visa actuar de forma integrada ao nível da requalificação das infra-estruturas físicas; da abertura da escola à comunidade e da manutenção e gestão dos edifícios após a requalificação. Ao mesmo tempo, pretende-se promover nos espaços escolares a divulgação de conhecimentos, informação, competências dos alunos, estimulando e apoiando a aprendizagem e formação de uma forma integrada, a tempo inteiro e envolvendo a comunidade exterior. Contempla intervenções em 332 escolas até 2015, fortalecendo uma potencial rede escolar nacional o que, estrategicamente, lhe confere uma importância absoluta na construção de uma nova cultura de aprendizagem.
A modernização dos espaços escolares expõe ainda a enorme relevância do espaço físico e da sua habitabilidade com qualidade. Pretende-se deste modo criar espaços atractivos capazes de proporcionarem bem-estar e garantir as condições essenciais a uma boa prática pedagógica coincidentes com os valores educativos promovidos pelos programas curriculares, estimulando e favorecendo o trabalho educativo, o rendimento e o bem estar da população estudantil, professores e pessoal não-docente. 
A concepção arquitectónica e em particular a organização das várias valências (lectivas e não-lectivas) que integram actualmente o espaço escolar, a sua gestão e manutenção são uma mais-valia que o PMESS procura promover e reforçar no futuro imediato. O modelo de edifício escolar adoptado não é uma escola tipo, mas um tipo de escola que convirja na direcção do projecto educativo proposto por cada uma das escolas, permitindo responder adequadamente às necessidades, objectivos e características das suas comunidades escolares e garantindo a durabilidade e sustentabilidade da intervenção num prazo temporal dilatado. 
O investimento na promoção de uma cultura de aprendizagem requer a divulgação e disponibilização de “meios” de aprendizagem a par do reforço de mensagens que possam ser descodificadas facilmente e assimiladas pelos alunos. A integração de actividades curriculares de natureza colaborativa, exploratória e experimental, implica a presença de espaços e de equipamentos que permitam a sua realização dentro e fora do período lectivo.Se para o
[Acesso ao sítio da RBE]

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